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No último dia 23 de Setembro, um youtuber russo decidiu transmitir ao vivo em seu canal os seus últimos momentos de vida. Arlán Valéyev tinha 32 anos de idade e se deixou ser mordido por uma mambra negra, uma das cobras mais mortais do mundo.
 
Valéyev já havida dito que cometeria suicídio por causa de problemas conjugais.
 
Especialista em cobras e em outros répteis, ele gravou o momento exato em que os dentes da mamba-negra se prenderam em seu dedo. Depois, começou a deixar recados para esposa, que havia pedido o divórcio.
 
Em seguida, ele começou a ficar realmente mal enquanto estava sentado em frente ao computador. Seus seguidores, que acompanhavam tudo ao vivo, eventualmente avisaram os serviços de emergência.
 
O youtuber foi socorrido e chegou ao hospital já em estado grave. Valéyev foi colocado em coma induzido, mas a equipe médica não conseguiu reverter o quadro e no dia 25 de setembro ele foi declarado morto.
 
A mamba-negra chega a medir 2,5 metros de comprimento e é uma das cinco cobras mais perigosas do planeta. A cobra costuma atacar apenas quando se sente ameaçada e é capaz de ficar “em pé”, elevando a cabeça até a altura dos olhos de uma pessoa.
 
Seus dentes injetam uma toxina extremamente prejudicial ao sistema nervoso, causando paralisia: 10 ou 15 miligramas do veneno de uma mamba-negra já é o suficiente para matar um ser humano adulto, e sua mordida pode injetar até 100 mg de veneno.
 
Fonte: Wildes de Brito
 

EUA veem ameaça nuclear da Coreia do Norte como “gerenciável”, diz Casa Branca

O chefe de gabinete da Casa Branca, John Kelly, disse nesta quinta-feira que a administração Trump acredita que a ameaça representada pelas armas nucleares da Coreia do Norte é atualmente administrável, mas ressaltou que Pyongyang não deve ser autorizada a desenvolver a capacidade de atingir o território dos Estados Unidos.

Kelly disse simplesmente não acreditar que os norte-coreanos tenham a capacidade de atingir hoje com suas armas nucleares o território dos EUA.

“Neste exato momento nós acreditamos que a ameaça é gerenciável, mas ao longo do tempo, se ela crescer além de onde está hoje, nós esperamos que a diplomacia funcione”, disse Kelly, um general aposentado do Corpo de Fuzileiros Navais.

 

 

 

 

Cavani, sobre confusão com Neymar: “Não é preciso ser amigo de todos”

 

A confusão entre Neymar e Cavani no último mês, que discutiram em campo ao decidir quem bateria as jogadas de bola parada, ainda está rendendo. Após os jogadores se acertaram e continuarem a brilhar pelo PSG, o uruguaio se pronunciou sobre o caso.

Em entrevista ao jornal Ovación após a classificação do Uruguai para o Mundial, Cavani comentou a sua relação com os craques com quem dividiu o gramado e afirma que não precisa ser amigo para se entender no jogo.

 

– Sinceramente, é um prazer para mim poder atuar ao lado de craques. Como disse em outras oportunidades, sou muito realista e sei que no futebol não é preciso ser amigo de todo mundo. Tem que ser profissional e o primeiro a se fazer é respeitar os companheiros em campo 

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Na ocasião que gerou polêmica, Neymar pediu ao atacante para bater um pênalti e Cavani negou, alegando ser o cobrador oficial. Questionado, o uruguaio não acredita que o brasileiro tenha sido desrespeitoso, e afirma que já resolveu a questão nos vestiários.

– Isso fica a critério de vocês, que acompanham futebol há anos. Conversei com ele e disse o que pensava, mas são coisas que ficam no vestiário. Não vou contar o que dissemos. Que fique a critério de cada um. A única coisa que quero é que as pessoas que cheguem ao meu time lutem por objetivos do grupo, e não só do individual.

 

 

 

 

Senado articula votação secreta em caso de Aécio

 

Senadores intensificaram a articulação por uma votação secreta para deliberar sobre as medidas cautelares e o afastamento impostos ao senador Aécio Neves (PSDB-MG). O tema está em discussão pela cúpula do Senado e tem como objetivo diminuir o desgaste de senadores que pretendem reverter a suspensão das funções parlamentares do tucano.

 

A votação no plenário da Casa está marcada para a próxima terça-feira, 17. Por 6 votos a 5, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram nesta quarta-feira, 11, que medidas cautelares, como o recolhimento noturno, determinadas a deputados federais e senadores devem ser submetidas ao aval da Câmara ou do Senado.

 

O regimento interno do Senado prevê votação secreta para deliberação sobre prisão de parlamentar. Na semana passada, a Coluna do Estadão já havia adiantado que senadores debatiam a possibilidade de tornar a votação sigilosa. A Constituição, porém, não diz que modelo deve ser adotado. Até 2001, o artigo 53 estabelecia votação secreta – a expressão foi suprimida pela Emenda Constitucional 35.

Segundo um integrante da Mesa Diretora do Senado, a votação será como determina o regimento – ou seja, fechada.

 

Reservadamente, um ministro do Supremo disse ao Estado que, como a regra interna da Casa determina o modelo de votação, há espaço para tal interpretação.

“Seguir o regimento e a Constituição, e respeitar e proclamar o resultado livre do plenário, que é soberano, é meu dever como presidente (do Senado)”, disse Eunício Oliveira (PMDB-CE) ao comentar a discussão sobre o sigilo da deliberação. A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) criticou a articulação na Casa: “Eu espero que não haja nenhuma manobra e o voto seja aberto”.

No caso da prisão do senador cassado Delcídio Amaral (sem partido-MS), em novembro de 2015, o então presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tentou realizar a votação de forma sigilosa. Parlamentares, no entanto, reagiram e entraram com um mandado de segurança contra a iniciativa.

O pedido foi deferido pelo ministro Edson Fachin com base na Emenda Constitucional 35. “Não havendo menção no art. 53, § 2.º, da Constituição, à natureza secreta da deliberação ali estabelecida, há de prevalecer o princípio democrático que impõe a indicação nominal do voto dos representantes do povo”, escreveu Fachin na decisão. Na ocasião, Aécio apoiou o entendimento do Supremo.

 

Para o líder do PMDB no Senado, Raimundo Lira (PB), não está claro se o caso de Delcídio definiu uma regra para as próximas votações. “Não posso dizer com absoluta certeza que aquela votação definiu um padrão a ser seguido ou se precisa, em cada caso, ser revertido o voto secreto em voto aberto”, afirmou.

O professor de Direito Constitucional Paulo de Tarso Neri, porém, afirmou que “a regra é a votação aberta”. “Só se permite voto secreto quando o texto expressamente diz que deve ser secreto”, disse. “Já houve votações abertas na Câmara. Por exemplo, a cassação de Eduardo Cunha. Se até a cassação, que é muito mais grave, é aberta, votação menos gravosa também tem de ser transparente.”

 

Oposição. Senadores da oposição – que são minoria e defendem punição a Aécio – dizem que dificilmente a Casa vai manter as medidas cautelares impostas ao senador tucano. Para Randolfe Rodrigues (Rede-AP), há um acordo de proteção ao tucano firmado entre PMDB e PSDB. Pelas suas contas, os votos pela manutenção das medidas impostas a Aécio podem chegar a 30 senadores caso o PT feche questão pelo afastamento do tucano.

Após o mal-estar causado pela nota em que o PT criticou a decisão do Supremo em relação a Aécio, o líder da minoria no Senado, Humberto Costa (PT-PE), afirmou que sua bancada deve votar unida para manter o tucano afastado do cargo. “O Senado vai ter de entrar no mérito da discussão. Agora nós vamos discutir se as coisas que têm contra o Aécio justificam ou não essa recomendação do Supremo. Eu vou defender que nós votemos para seguir a recomendação”, disse Costa.

Com nove inquéritos abertos no Supremo, Aécio foi afastado do mandato e submetido ao recolhimento domiciliar noturno por decisão da Primeira Turma do Supremo no dia 26 de setembro com base no relato dos delatores do Grupo J&F. / COLABORARAM ANDREZA MATAIS e WILLIAM CASTANHO