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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu dois homens com 112 quilos de maconha nesta segunda-feira (09) na rodovia BR-116, no município de Russas, interior do Ceará. Segundo a PRF, os suspeitos são do estado de Pernambuco e haviam recebido R$ 2 mil para transportar o entorpecente para o Ceará.
 
A caminhonete em que os homens estavam foi abordada na altura do quilômetro 159 da rodovia. Após uma busca no interior dos veículos, os policiais rodoviários localizaram a droga escondida entre um carregamento de cebolas. A PRF também constatou que o veículo era clonado e havia sido roubado na cidade de Recife, em março de 2017.
 

 

Após a prisão, os suspeitos disseram para os policiais que a droga vinha de Orocó, no Pernambuco, e que seria entregue no município de Chorozinho, no interior do Ceará. Eles receberiam R$ 2 mil para fazer o transporte, conforme a PRF.
 
 
A dupla foi conduzida para a Delegacia de Russas, onde foi autuada em flagrante pelo crime de porte interestadual de drogas, receptação e uso de documento falso. A droga e o veículo foram apreendidos. (Via: G1 CE)
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Defesa de Lula diz que Moro, de férias, atuou para impedir soltura

 
 
O advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Cristiano Zanin Martins, divulgou nota em que afirma que o juiz Sérgio Moro, da primeira instância na Justiça Federal, de férias e sem jurisdição no processo atualmente, atuou “decisivamente para impedir o cumprimento da ordem de soltura emitida por um desembargador federal do TRF4 em favor de Lula, direcionando o caso para outro desembargador federal do mesmo tribunal, que não poderia atuar neste domingo (8).”
 
“É incompatível com a atuação de um juiz agir estrategicamente para impedir a soltura de um jurisdicionado privado de sua liberdade por força de execução antecipada da pena que afronta o texto constitucional — que expressamente impede a prisão antes de decisão condenatória definitiva (CF/88, art. 5º, LVII)”, diz Zanin.
 

 

“O juiz Moro e o MPF de Curitiba atuaram mais uma vez como um bloco monolítico contra a liberdade de Lula, mostrando que não há separação entre a atuação do magistrado e o órgão de acusação”, acrescenta a defesa.
 
Segundo Cristiano Zanin, a atuação do juiz Moro e do Ministério Público Federal para impedir o cumprimento de uma decisão judicial do Tribunal de Apelação reforçam que Lula é vítima de “abuso” e “má utilização das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política”.
 
"A defesa do ex-presidente usará de todos os meios legalmente previstos nos procedimentos judiciais e também no procedimento que tramita perante o Comitê de Direitos Humanos da ONU, para reforçar que o ex-presidente tem permanentemente violado seu direito fundamental a um julgamento justo, imparcial e independente e que sua prisão é incompatível com o Estado de Direito", finaliza a nota.
 
Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, desde o dia 7 de abril, por determinação do juiz Sérgio Moro, que determinou a execução provisória da pena de 12 anos de prisão na ação penal do triplex do Guarujá (SP), após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça.
 
Na manhã de hoje (8), o desembargador federal Rogério Favreto, do TRF-4, concedeu habeas corpus ao ex-presidente. Em seguida, o juiz Sérgio Moro afirmou, em despacho, que o desembargador não tem poderes para autorizar a libertação. O Ministério Público Federal também se posicionou de forma contrária à soltura.
 
O desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), relator da Lava Jato em segunda instância, suspendeu a decisão que determinou a liberdade provisória de Lula.
 
Fraveto reiterou a decisão de mandar soltar imediatamente o ex-presidente.